<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634</id><updated>2011-04-21T12:41:30.579-07:00</updated><title type='text'>não vá o diabo tecê-las</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-114762439801682489</id><published>2006-05-14T09:32:00.000-07:00</published><updated>2006-05-14T09:33:18.030-07:00</updated><title type='text'>Bolonha chega tarde para nós; mas a tempo para o futuro.</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Finalmente uma tentativa palpável de melhorar o sistema de ensino em Portugal. O processo de Bolonha conjuga uma série de formas de tornar o ensino superior equiparável àquele que é praticado em países como os Estados Unidos e Austrália e que permite a tantos abrir uma ou três portas em vez de apenas entreabrir janelas.  É um salto que muitos pensam não estarmos preparados para dar; um avanço que poderá colocar o país numa fasquia mais alta e prestigiada se tudo der certo; só saberemos quando tentarmos.&lt;br /&gt;E, de facto, parece que a tentativa está para breve. Cursos de licenciatura que já terminam em mestrado, renovações e mudanças no decorrer dos mesmos para os tornar mais semelhantes com aqueles que têm lugar no resto da Europa. Principais objectivos? Aumento da competitividade do sistema europeu de ensino superior e a promoção da mobilidade e empregabilidade dos diplomados do ensino superior no espaço europeu. Objectivos que, enquanto certamente requerendo um trabalho árduo, uma vez conseguidos provarão a eficácia do ensino e abrirão as ditas portas a estudantes de todo o continente.&lt;br /&gt;O sonho de uma Europa Unida vem já de há vários anos e lentamente, parece estar a concretizar-se. Primeiro com a União Europeia e depois com a criação da moeda única, que tem vindo, sem dúvida, a facilitar a mobilidade no estrangeiro.&lt;br /&gt;Estudos equiparados e com o mesmo corpo na maior parte dos países europeus vem permitir aos estudantes universitários uma maior facilidade de mobilidade dentro do continente, que se assemelha cada vez mais a um só país com diversos estados. O problema de programas como o programa Erasmus é exactamente esse de não oferecer equivalência na totalidade às cadeiras do país de origem, fazendo com que o estudante fique para trás nas mesmas e tenha de as voltar a fazer. A grande afluência ao programa vem, no entanto, demonstrar a vontade cada vez maior dos jovens conhecerem além fronteiras, de visitarem países vizinhos e de se misturarem com diferentes culturas. A maior parte dos estudantes Erasmus não vai tanto pelo estudo como por esta oportunidade de passar uns tempos fora de casa, de crescer, de voltar com novos valores e aptidões. O processo de Bolonha vem combinar uma maior equivalência com a oportunidade de conhecer novos horizontes. Os novos cursos vão permitir aos estudantes uma maior mobilidade dentro da Europa sem a preocupação de perder um ano de estudos.&lt;br /&gt;Para além de influenciar a mobilidade, o novo programa de ensino vem trazer esperança no que toca a uma maior facilidade de encontrar emprego. Qualquer país da Europa será uma boa casa para um recém licenciado que não encontre o que quer a nível de emprego dentro do país de origem. Um estudante estrangeiro estará tão apto a arranjar emprego lá fora como um que tenha vivido no país toda a sua vida. Isto faz com que se gere um aumento da competitividade a nível europeu, o que trará consigo um maior esforço e uma maior motivação na aprendizagem por parte dos estudantes no intuito de conseguirem as melhores carreiras.&lt;br /&gt;Penso que, se aplicado da maneira correcta, o processo de Bolonha vai finalmente fazer com que o estudante universitário se sinta útil. Vai trazer um maior sentido de orientação a quem não sabe bem o caminho a tomar e vai fazer com que o estudante sinta que tem um propósito e que uma carreira de sonho na profissão que escolheu pode já não estar tão longe como parecia. É caso para dizer que é uma pena que Bolonha não tenha decidido o mesmo à dez anos atrás e que a nossa geração já vá ficar pelo caminho.&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-114762439801682489?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/114762439801682489/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=114762439801682489' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114762439801682489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114762439801682489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/05/bolonha-chega-tarde-para-ns-mas-tempo.html' title='Bolonha chega tarde para nós; mas a tempo para o futuro.'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-114675228390884702</id><published>2006-05-04T06:52:00.000-07:00</published><updated>2006-05-04T07:18:03.920-07:00</updated><title type='text'>Tema do Seminário</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como tema do seminário a apresentar dia 3 de Junho, escolhi abordar o &lt;em&gt;e-learning&lt;/em&gt;, um modelo de aprendizagem cada vez mais falado e utilizado por Universidades em todo o mundo. Sendo um tema demasiado vasto para detalhar em dez minutos, resolvi focar a minha atenção nos chamados "online degrees", procurados por aqueles que querem tirar uma licenciatura no estrangeiro sem sairem do seu país de origem. Será que vale a pena tirar um curso através da Internet? Ficará um indivíduo habilitado às mesmas saídas profissionais que outro com o mesmo curso tirado numa Universidade em tempo real? Será o &lt;em&gt;e-learning&lt;/em&gt; o ensino do futuro ou está ainda longe de ter um impacto profundo na sociedade?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro tema em que pensei, e que está algo relacionado com o primeiro, tem a ver com a integração das tecnologias da comunicação no ensino no estrangeiro. No Verão passado, viajei até Toronto, no Canadá, para um curso de três semanas para melhoramento do inglês. Além da discilplina principal, achei curioso que o curso investisse nas aulas de e-lab, tendo desenvolvido um software próprio para os alunos. Nessas aulas era pedido que fizessemos pesquisa online relacionada com o tema em estudo, escrevessemos &lt;em&gt;essays &lt;/em&gt;que posteriormente enviávamos por e-mail para serem corrigidas pelo nosso professor e outros da mesma escola, e contribuíssemos para um jornal online com histórias, poemas, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha pesquisa irá centrar-se portanto nestes dois temas, resultando posteriormente na escolha de um em detrimento do outro ou numa possível combinação dos dois.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-114675228390884702?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/114675228390884702/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=114675228390884702' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114675228390884702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114675228390884702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/05/tema-do-seminrio.html' title='Tema do Seminário'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-114616452934904847</id><published>2006-04-27T12:01:00.000-07:00</published><updated>2006-04-27T12:02:49.966-07:00</updated><title type='text'>Democracia? Q.B.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Internet é um mundo demasiado vasto. Demasiado no sentido de não ser possível a nenhum ser humano conhecer toda a sua vastidão, todo o seu conteúdo e de usufruir do meio na sua plenitude. É, de um modo muito característico, uma sociedade à parte das sociedades em que nos inserimos enquanto seres humanos, seres comunicativos. Podemos comparar a Internet a um novo país, um país do qual toda a gente é convidada a fazer parte.&lt;br /&gt;Se imaginarmos a Internet como um país, é normal que nos perguntemos quem comanda e como é gerido o governo, que direitos são dados aos “habitantes” e que deveres tem o país para connosco enquanto seus cidadãos. A liberdade de expressão é, talvez, o direito mais acarinhado pelo ser humano, e a Internet parece ter vindo para garantir a continuidade desse direito. Mas será que é mesmo assim? Será que todos temos mesmo direito a uma opinião sem censura, a partilhar informação da forma que queremos e com quem queremos?&lt;br /&gt;Existem demasiados aspectos da Internet que poderiam ser abordados dentro do tema da existência, ou não, da democracia. Vou cingir-me a apenas um, que combina interacção com partilha de informação e limites à mesma. Hoje em dia, existem vários grupos dentro da rede. Grupos que se formam de acordo com um tema, com um interesse em comum, com um propósito específico. À partida, estes grupos deveriam promover a democracia, permitindo que os seus membros tivessem total liberdade quanto à sua opinião e ao que decidem partilhar. No entanto, as coisas não se passam bem assim.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, a pessoa que cria um grupo torna-se, automaticamente, seu moderador, seu administrador, e logo, tem acesso a todos os recantos e opções da plataforma onde o grupo se insere e onde se processa a troca de ideias. Geralmente, segue-se a colocação de regras e imposições. Que temas se podem abordar, como, quando e onde. Que aspectos dentro do tema são PROIBIDOS, e quais aqueles que podem ser tomados em consideração e discutidos. O membro tem liberdade para partilhar informação, mas só até certo ponto, podendo a infracção à regra terminar na expulsão do membro do grupo em que se inseria.&lt;br /&gt;A conclusão a que se chega, é que, se dentro de um grupo de pessoas que não ‘comandam’ a Internet e que, supostamente, têm os mesmos interesses, se pode gerar a confusão e instalar uma espécie de regime ditatorial em que as regras são ditadas pelo moderador, como é possível pensar sequer numa democracia cibernética? A censura está por toda a parte, cada site tem as suas regras e leis, condenando uns e dando liberdade a outros. No fundo, a Internet assemelha-se muito a qualquer outra sociedade humana: existe liberdade, sim. Mas só até alguém com o poder adequado bater o pé e dizer BASTA.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-114616452934904847?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/114616452934904847/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=114616452934904847' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114616452934904847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114616452934904847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/04/democracia-qb.html' title='Democracia? Q.B.'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-114381939106683169</id><published>2006-03-31T07:33:00.000-08:00</published><updated>2006-03-31T07:41:56.906-08:00</updated><title type='text'>tudo o que é demais enjoa?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A criatividade individual é algo que é impossível limitar. Impossível na medida em que o ser humano, enquanto ser pensante, é espontâneo no que toca às ideias a que dá surgimento e seguimento. É curioso que o tema se me apresente ao mesmo tempo que me foi atribuído o tema da espontaneidade para desenvolvimento na cadeira de Gestão de Conhecimento. Sendo algo completamente espontâneo, a criatividade, que por sua vez dá origem à geração ou aplicação de conhecimento pré-adquirido, é algo incontrolável e que muitas empresas utilizam hoje em dia como principal meio de atracção de mercado.&lt;br /&gt;A empresa analisada foi, no meu caso, a Optimus, cujo lema se baseava em deixar a criatividade criar asas, voar e dar pôr ovos, por assim dizer. No ano 2000, a Optimus criava o programa Innovators, que se caracterizou pelo incentivo à criatividade. Dirigida aos trabalhadores da empresa mas também a indivíduos completamente alheios ao negócio, a Optimus criou condições à espontaneidade, incitando todas as mentes que quisessem participar, a ter ideias e a partilhá-las com os demais. Ao fim de debates, de sessões de brainstorming e da escolha a dedo das melhores ideias, das que demonstraram mais potencial, a Optimus contava, um ano depois, com mais de mil novos empreendedores e duzentas ideias em estudo. Pouco tempo depois, quatro dessas ideias eram já sucessos comerciais, estando outras quinze em acelerado processo de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Com este panorama favorável, poderíamos com certeza dar crédito à criatividade acima de tudo. Poderíamos defender que as empresas devem dar total liberdade à espontaneidade e estar sempre abertas a quaisquer ideias que possam eventualmente surgir. No entanto, se olharmos de perto para a Optimus e a sua evolução no mercado dos operadores móveis em Portugal ao longo dos últimos anos, senão vejamos o seguinte gráfico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.telemoveis.com/imagebank/grafico-sondagem8.gif" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Embora remeta ao ano de 2001, o facto é que o panorama não tem vindo a alterar-se. Não é preciso recorrer a sondagens para o confirmar. A maior parte das pessoas que conheço são clientes TMN ou Vodafone, ficando uma baixa percentagem com rede Optimus, a qual tem sempre uma ou duas queixas a fazer do operador móvel.&lt;br /&gt;Ao tomar consciência do facto, interrogo-me se a criatividade será assim tão boa como a Optimus a faz parecer, ou se pelo contrário, a operadora terá até andando a esbanjar dinheiro sem grande lucro. Isto porque, parece que apesar das ideias saídas do Innovators terem sido aproveitadas e apresentadas ao mercado, a rede continua a não ser a preferida dos portugueses.&lt;br /&gt;O facto é que as ideias escolhidas pela equipa apontada para o fazer, podem até nem ter sido as melhores de todas as que surgiram, ou o facto de ter havido tanta escolha, tanta criatividade, criou na empresa um impasse e uma dificuldade em adaptar as ideias àquilo de que o público realmente necessita.&lt;br /&gt;É claro que a criatividade é algo a estimar, a prezar dentro de uma empresa. E ser-se demasiado criativo nunca é crime desde que se saiba conjugar a criatividade aos produtos finais e apresentar novos serviços que sejam realmente necessários e acarinhados pelo público-alvo. A criatividade quando usufruída de modo inconsciente, pode ser letal para uma empresa, levando-a a esbanjar em vez de lucrar com as inovações. Às vezes é melhor deixar os outros terem ideias e, mediante o seu sucesso ou não, encontrarmos nelas inspiração para também nós lucrarmos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-114381939106683169?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/114381939106683169/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=114381939106683169' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114381939106683169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114381939106683169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/03/tudo-o-que-demais-enjoa_31.html' title='tudo o que é demais enjoa?'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-114124798530377814</id><published>2006-03-01T12:49:00.000-08:00</published><updated>2006-03-01T13:20:19.980-08:00</updated><title type='text'>nem tudo se transforma</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Diz me o que consomes, dir-te-ei quem és. Quantos testes não fizemos, e ainda fazemos, baseados nesta pergunta mas relativos a tantas outras coisas? Tal como a nossa cor preferida, o nosso perfume de eleição ou a nossa caligrafia, os bens que consumimos dizem muito a respeito da nossa personalidade e reflectem uma parte importante daquilo que somos: dê lá por onde der, todos somos consumistas natos e nada envergonhados desse status.&lt;br /&gt;E se numa sociedade tudo evolui, os hábitos consumistas também mudam de dia para dia, ainda que as mudanças não se façam sentir em demasia a curto prazo. No entanto, e embora tudo esteja em constante mudança, há coisas que se alteram em doses tão pequenas quanto formigas e somos levados a crer que certos aspectos da sociedade em que hoje vivemos nunca hão de mudar por completo.&lt;br /&gt;Desde os primórdios dos tempos, ou desde que o consumo em cadeia se tornou parte do quotidiano da humanidade, que o consumo tende a pesar mais para o lado das mulheres, deixando aos homens tempo para outras actividades como o lazer ou outras actividades lúdicas como a compra de bens que lhe são dirigidos e pelos quais as mulheres nutrem pouco ou nenhum interesse. Não é, portanto, de estranhar que hoje em dia a publicidade seja cada vez mais dirigida às mulheres, embora se note já um esforço em tornar os anúncios em bens unisexo.&lt;br /&gt;As mulheres são, sem sombra de dúvida, o sexo mais consumista, facto que se verifica pela paciência dispendida em centros comerciais e supermercados, bem como pelo tempo que se dedica à escolha da melhor marca ou do produto mais satisfatório. As empresas de publicidade apostam na mulher para fazer vender os seus produtos, não ficando indiferente até à tendência do sexo feminino de procurar produtos dedicados aos homens no intuito de lhos oferecerem.&lt;br /&gt;Assim, e focando o interesse na publicidade televisiva já que é através da caixinha mágica que se consome mais publicidade no mundo inteiro, é normal que 90% dos anúncios sejam dedicados às mulheres, quer seja subtilmente ou não. Estamos na Era do feminino. A mulher ganha cada vez mais importância na sociedade e o seu estatuto mais valorizado. A sociedade consumista junta-se para dar à mulher um lugar de destaque na economia dos Estados, criando formas apelativas de a incitar a continuar o consumo.&lt;br /&gt;Os anúncios directamente dedicados às mulheres são inúmeros: depiladoras, detergente, perfumes, itens para bebés, serviços de cozinha, produtos dietéticos, jóias, etc. Estes anúncios contam, de um modo geral, com mulheres nos papéis de destaque que se encontram satisfeitíssimas com o produto apresentado, incitando assim ao consumo do mesmo. Os produtos parecem até já criados com vista a atrair o sexo feminino através da embalagem e gráficos escolhidos, através dos conteúdos apelativos. Mas, se por um lado há produtos que não escondem de todo o seu público-alvo, existem outros que já deixam mais a desejar.&lt;br /&gt;Os homens são já bastante requisitados no que toca a anúncios de televisão. Com efeito, encontramos homens nos anúncios dedicados aos mesmos, quer se trate de um carro ou de um novo &lt;em&gt;after shave&lt;/em&gt;. O nosso primeiro intuito é o de apontar essas publicidades como dedicadas aos homens e apenas aos homens. No entanto, se olharmos mais de perto, vamos ver que nem sempre é assim e que, se ainda existem publicidades dedicadas apenas às mulheres, as publicidades que outrora foram dedicadas apenas aos homens, hoje também têm em vista a conquista do sexo feminino.&lt;br /&gt;Lembremo-nos da publicidade ao BMW que contava com a modelo Cláudia Schiffer ao volante. À partida, a publicidade a um carro é por si só dirigida ao sexo masculino, que é geralmente quem mais se interessa por esse tipo de produtos. Se olharmos para a modelo, bonita, &lt;em&gt;sexy&lt;/em&gt; e apelativa podemos também torcer o nariz e constatarmos que sim, senhor, uma publicidade inteiramente dedicada aos homens pelo facto de um carro, que neste caso até é uma bomba, conseguirá conquistar outro tipo de &lt;em&gt;bombas,&lt;/em&gt; como a modelo. No entanto, uma parte mais subtil dessa publicidade está já dedicada às mulheres. Para quem a queira ver, há um lado da publicidade que diz que uma mulher ao volante de um BMW seria algo estrondoso, ao nível de uma Cláudia Schiffer.&lt;br /&gt;Temos depois as publicidades aos &lt;em&gt;after shave&lt;/em&gt;, e em especial ao AXE. Com certeza que já repararam que o protagonista é sempre um homem, não fosse o produto dedicado a eles. Mas também já repararam que o homem é sempre mais bonito do que os que regularmente encontramos ao virar da esquina e que há sempre meia dúzia de meninas atrás do dito. Um homem poderá querer adquirir o produto pelo facto de o modelo do anúncio lhe garantir uma pele mais macia e um barbear mais indolor. Uma mulher quererá adquirir o produto para dar ao seu mais-que-tudo um &lt;em&gt;look&lt;/em&gt; mais jovial e parecido com o bacano da publicidade, bem como pelo cheiro que lhe vai conferir e pela suavidade da pele do parceiro.&lt;br /&gt;Será que ainda encontramos publicidade pela qual as mulheres nunca se irão interessar? Será que esse tipo de publicidade teria saída numa Era quem que as mulheres consomem por toda a população masculina em duplicado? Provavelmente não.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-114124798530377814?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/114124798530377814/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=114124798530377814' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114124798530377814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/114124798530377814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/03/nem-tudo-se-transforma.html' title='nem tudo se transforma'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-22197634.post-113949931378913743</id><published>2006-02-09T07:05:00.000-08:00</published><updated>2006-02-09T09:59:50.893-08:00</updated><title type='text'>Sociologia da Cultura dos Meios Digitais e Interactivos - o que esperar?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Era Digital. Entrou sem ser anunciada e infiltrou-se no dia-a-dia como se de um componente humano se tratasse. Como água que bebemos ainda que sem nos apercebermos de ter sede, o Digital flui através das veias da sociedade e deixa marcas incontestáveis no coração da vida terrestre. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É inegável a importância e o impacto que a comunicação e as tarefas instantâneas exercem sobre nós. Se a Revolução Industrial mudou a sociedade do século XX, a Revolução Digital continua a mudar sociedades a cada hora que passa, desafiando o tempo e o espaço e alterando visões, opiniões e mentalidades. Ainda que nem todos a compreendam, a Era Digital não deixa ninguém indiferente. Ainda que nem todos consigam fazer uso apropriado dos seus instrumentos, todos os conhecem, mesmo que apenas de nome. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por nos encontrarmos perante um mundo em constante mudança devido à introdução dos meios digitais, torna-se imperativo que a geração do século XXI, e todas as outras que se seguirem, seja capaz de acompanhar a mudança e adaptar a mente a um novo nível e modo de saber. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é possível ignorar uma Era que se apoderou do mundo sem pedir licença ou autorização mas que antes se foi infiltrando e estabelecendo novas leis e regras a uma sociedade que pensávamos já nada poder controlar. E se o Digital trouxe aspectos positivos, por certo trouxe também aspectos com os quais nos deveríamos preocupar e os quais desejávamos, por vezes, poder eliminar ou esquecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No que diz respeito a esta cadeira, as minhas expectativas recaem sobre um interesse particular em descobrir e compreender os meios que o Digital usa para atingir os fins: como se infiltrou na sociedade? Porque permitimos que continue a mudar o nosso ritmo de vida? Porque obedecemos às regras impostas ainda que por vezes não concordemos com elas? A sociedade está a mudar, mas em que sentido? Será possível voltar atrás se um dia o ser humano decidir que o caminho maquinizado estava afinal errado?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O facto é que a geração dos tempos actuais não se lembra do que era viver sem a Era Digital. Custa a crer que um dia o ser humano foi capaz de se distrair, de se ocupar com meios que não os digitais. Pergunto-me muitas vezes se a mudança terá sido assim tão benéfica como aparenta ser. Se não teria sido melhor termos conservado os meios tradicionais e a individualidade em vez de nos termos misturado e fundido numa humanidade "protegida" pelos meios digitais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num mundo em que a oportunidade de escolha é maior do que a capacidade que temos para escolher, será que é bom termos tantos caminhos ou tomará a confusão conta de nós quando menos esperarmos? A Era Digital pode não ser tão límpida e cristalina como gostariamos que fosse. Os efeitos secundários podem equiparar-se aos de um medicamento tomado sem cuidado e sem disciplina. O nevoeiro está um pouco cerrado na minha mente no que diz respeito ao tema, e espero que esta cadeira ajude a torná-lo menos opaco.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/22197634-113949931378913743?l=naovaodiabotecelas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/feeds/113949931378913743/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=22197634&amp;postID=113949931378913743' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/113949931378913743'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/22197634/posts/default/113949931378913743'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://naovaodiabotecelas.blogspot.com/2006/02/sociologia-da-cultura-dos-meios.html' title='Sociologia da Cultura dos Meios Digitais e Interactivos - o que esperar?'/><author><name>sof</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00039754955348924302</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
